Porque é importante: O que acontece a um cofre depois de uma reposição de fábrica?

Voltar a instalar uma aplicação repõe o software, mas não garante o regresso dos respetivos dados nem das chaves protegidas pelo hardware. As cópias de segurança do dispositivo incluem tipos de dados diferentes consoante o sistema operativo, as definições e as escolhas do programador.

Processo prático

  • Faça o inventário dos cofres e dos ficheiros que existem apenas no dispositivo.
  • Crie uma cópia de segurança cifrada e portátil, caso a aplicação o permita.
  • Guarde a cópia de segurança e a frase de recuperação em locais separados.
  • Teste o restauro antes de repor, vender ou entregar o dispositivo.

Limites e casos de falha

  • Tratar uma nova transferência da aplicação como um método de recuperação
  • Manter a única cópia de segurança no telemóvel que será reposto
  • Confiar numa frase de recuperação que nunca foi verificada

A Maria começa com um teste não sensível: «Faça o inventário dos cofres e dos ficheiros que existem apenas no dispositivo.» Depois segue a segunda verificação: «Crie uma cópia de segurança cifrada e portátil, caso a aplicação o permita.» Este cenário fictício ilustra o processo de decisão; não é um relatório de testes do produto.

  • Tratar uma nova transferência da aplicação como um método de recuperação
  • Manter a única cópia de segurança no telemóvel que será reposto
  • Confiar numa frase de recuperação que nunca foi verificada

A recuperação do dispositivo, por si só, é suficiente?

Não. As funções de recuperação destinadas ao mesmo dispositivo não substituem uma cópia independente que sobreviva à perda ou à reposição.

Uma cópia de segurança normal inclui sempre os dados do cofre?

Não. A inclusão depende da plataforma, da aplicação e das definições. Consulte a documentação e teste um restauro real.

Fontes principais deste guia