Porque é importante: Como testar o restauro de um cofre cifrado
Um ficheiro de cópia de segurança pode existir e, ainda assim, estar incompleto, corrompido, associado à frase errada ou incompatível com uma versão mais recente da aplicação. Um teste de restauro transforma uma suposição em prova.
Processo prático
- Crie uma nova cópia de segurança e registe a data e a versão da aplicação.
- Siga o processo de restauro documentado sem utilizar os dados do cofre ativo.
- Abra ficheiros antigos, recentes, grandes e de formatos pouco comuns.
- Compare as contagens de itens e registe o resultado e quaisquer erros.
Limites e casos de falha
- Verificar apenas se o ficheiro da cópia de segurança tem um tamanho superior a zero
- Efetuar o teste enquanto a base de dados ativa continua disponível
- Confirmar apenas miniaturas em vez de abrir os ficheiros completos
A Maria começa com um teste não sensível: «Crie uma nova cópia de segurança e registe a data e a versão da aplicação.» Depois segue a segunda verificação: «Siga o processo de restauro documentado sem utilizar os dados do cofre ativo.» Este cenário fictício ilustra o processo de decisão; não é um relatório de testes do produto.
- Verificar apenas se o ficheiro da cópia de segurança tem um tamanho superior a zero
- Efetuar o teste enquanto a base de dados ativa continua disponível
- Confirmar apenas miniaturas em vez de abrir os ficheiros completos
Com que frequência devo testar um restauro?
Teste depois de alterações importantes e segundo um calendário regular adequado à frequência com que os dados mudam.
O teste tem de utilizar dados sensíveis?
Utilize amostras representativas num ambiente controlado e remova-as depois do teste. Não exponha dados reais sem necessidade.