Por que é importante diferenciar o bloqueio de ecrã do telemóvel de um bloqueio separado do cofre
Muitas falhas reais de privacidade acontecem depois de o desbloqueio legítimo do dispositivo: ao mostrar uma fotografia, durante diagnósticos de reparação, no acesso partilhado ou sob pressão para revelar um espaço. Credenciais separadas mudam o que um único código revelado expõe.
Processo prático
- Defina quem pode conhecer ou observar o código de acesso do telemóvel.
- Liste situações em que o telemóvel fica desbloqueado perto de outras pessoas.
- Decida se precisa de um único espaço privado ou de vários espaços independentes.
- Use credenciais distintas e um plano de recuperação separado.
Limites e casos de falha
- Reutilizar o PIN do dispositivo como padrão do cofre
- Presumir que a biometria cria um segredo diferente
- Esquecer a exposição por notificações e pelo ecrã
Sofia começa com um teste que não envolve conteúdo sensível: “Defina quem pode conhecer ou observar o código de acesso do telemóvel.” Em seguida, ela realiza a segunda verificação: “Liste situações em que o telemóvel fica desbloqueado perto de outras pessoas.” Este cenário fictício demonstra o processo de decisão; não é um relato de testes de produto.
- Reutilizar o PIN do dispositivo como padrão do cofre
- Presumir que a biometria cria um segredo diferente
- Esquecer a exposição por notificações e pelo ecrã
O bloqueio de um cofre é sempre mais forte?
Apenas quando a implementação, a credencial, a recuperação e o estado do dispositivo sustentam o limite pretendido.
Por que usar vários padrões?
O NullVault associa cada padrão a um cofre diferente no iOS e no Android, sem uma lista principal visível.