Porque é importante: O que a eliminação de emergência apaga — e não apaga

Compreenda a invalidação de chaves, as cópias de segurança exportadas, os instantâneos do sistema e os limites do armazenamento físico.

Processo prático

    Limites e casos de falha

      A Maria começa com um teste não sensível: «Começa com um item não sensível enquanto avalia o que a eliminação de emergência apaga — e não apaga.» Depois segue a segunda verificação: «Bloqueia a aplicação ou o dispositivo relevante e confirma o resultado numa nova sessão.» Este cenário fictício ilustra o processo de decisão; não é um relatório de testes do produto.

      • O resultado descrito por «o que a eliminação de emergência apaga — e não apaga» não abrange automaticamente cópias exportadas, partilhadas, em cache ou sincronizadas com a nuvem.
      • Uma credencial perdida, um contentor de aplicação eliminado, um dispositivo reposto ou uma cópia de segurança não testada podem tornar os dados protegidos indisponíveis.

      O que devo verificar antes de confiar em «o que a eliminação de emergência apaga — e não apaga»?

      Para «o que a eliminação de emergência apaga — e não apaga», verifique o item protegido após um bloqueio completo, identifique todas as cópias restantes e confirme a recuperação antes de eliminar um original insubstituível. Os controlos exatos dependem do dispositivo, da versão do sistema operativo e do modelo de armazenamento descritos neste guia.

      O processo «o que a eliminação de emergência apaga — e não apaga» remove todas as outras cópias?

      Não. Ao considerar «o que a eliminação de emergência apaga — e não apaga», trate as exportações, bibliotecas na nuvem, mensagens, transferências, destinatários, cópias de segurança e pastas de itens eliminados como cópias ou limites de armazenamento separados que exigem análise própria.

      Fontes principais deste guia